Altas Doses de Vitaminas – Tratamento x Riscos

Altas Doses de Vitaminas – Tratamento x Riscos – Por Léo Borba

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O uso de doses mais altas de vitaminas traz uma abordagem terapêutica em diversas doenças, não como prevenção, mas sim como um tratamento a curto prazo.

Contudo, o profissional que prescreve deve ter responsabilidade e conhecimento do que está fazendo.

A vitamina A em dose mais alta foi usada para reparo de mucosa gástrica e intestinal, bem como em quadros infecciosos, porém seu excesso pode ser metabolizado em isotretinoína, causando hepatotoxicidade, aumentando a reabsorção óssea, favorecendo a osteoporose, mas também a dislipidemia, anorexia, queda de cabelo e lesões de pele.

A vitamina B1 (benfotiamina) em dose mais alta assim como a vitamina B12 é usada no tratamento da neuropatia diabética.

A riboflavina (B2) em dose alta é usada como profilaxia no tratamento da enxaqueca.

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A vitamina B3 e o ômega 3 são usados na redução dos triglicerídeos. A vitamina B5 e a biotina em doses altas são usadas para reduzir queda de cabelo e da unha.

A B6 e a betaína em dose maior para redução da homocisteína.

A B9 em dose maior é utilizada há muito tempo para redução dos calourões na menopausa.

A vitamina C em dose alta é utilizada no tratamento de alguns tipos de câncer e infecções.

A vitamina D em dose elevada é utilizada para redução da autoimunidade e a vitamina E em cólicas e mastalgia.

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A vitamina K2 vem sendo estudada no tratamento do câncer, melhora da sensibilidade a insulina e redução da osteoporose na pós menopausa.

Contudo, doses muito elevadas de vitamina B6 já foram correlacionadas à neurotoxicidade.

Doses altas de ácido fólico vem sendo estudado como redutor da efetividade e do número de células natural killers, podendo reduzir a ação antitumoral.

A vitamina C em dose alta pode ser metabolizada em oxalato aumentando a formação de cálculos renais por oxalato de cálcio, mas também pode reduzir a adaptação do exercício físico.

A vitamina D em doses excessivas sem o cuidado do consumo de cálcio e carência de vitamina K pode favorecer a calcificação ectópica, seja renal ou arterial.

A vitamina E em excesso pode neutralizar o radical peroxila se tornando o radical tocoferila que é um radical livre. A vitamina E em dose excessiva.

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