Modulação Imunológica para Pacientes Diabéticos

Vamos entender esse raciocínio da Modulação Imunológica, Soberanas?

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Diabéticos são pacientes com alto nível de estresse oxidativo, certo?

Isso se dá pelo processo inflamatório ligado a resistência à insulina e também pelo excesso de glicose circulando que gera produtos de glicação avançada e outros sinalizadores que irão ativar cascatas de respostas inflamatórias de forma sinérgica.

Ou seja…temos um processo inflamatório amplificado por diferentes mecanismos e é aí que o Nutricionista entra!

As medicações que tratam os diabéticos não atuam em todas as vias e nem modulam estresse oxidativo e isso vale para DM2 e também para o DM1.

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E se o Nutricionista não domina as vias imunológicas, ele vai focar apenas na contagem de carboidrato e no escopo geral da dieta, ou seja, ele não vai conseguir fazer Modulação Imunológica (MI), tão necessária nesse perfil de pacientes.

E hoje eu trouxe um exemplo de MI, pensando em DM:

  • Prescrever 500mg a 1g de óleo de Krill, 200 a 400mg de coenzima Q10 e 250 a 500mg de vitamina C em horários diferentes e de forma cíclica, considerando manhã e noite, atua em pelo menos 90% das vias imunes ligadas ao DM.

“Camila, e se eu prescrever esses suplementos independente do horário e juntos ou separados, tem o mesmo efeito?”

A Resposta é NÂO! E sabe por que?

Você pode até gerar efeito, mas ele pode ser 50 a 70% menor do que poderia ser, se o Nutricionista dominar por exemplo a conexão do sistema imune e o sistema endócrino.

Existe diferença não só NO QUE mas em COMO prescrever.

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Matéria da nutricionista Camila Avelar

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